Os melhores personagens do cinema.

Darth Vader, Han Solo, Princesa Leia, Luke Skywalker, Mestre Yoda, Obi-Wan, Chewbacca, C-3PO, R2-D2, Mace Windu na saga Star Wars.

Tyler Durden em Clube da Luta.

Indiana Jones na franquia Indiana Jones.

007 James Bond na franquia dos filmes do agente britânico.

Ethan Hunt na franquia Missão Impossível.

Capitão Kirk, Spock, Uhura, Scooty, Sulu, Mccoy, Checov na saga Star Trek.

Coringa nos dois filme live-action do Homem Morcego.

Hannibal Lecter, Clarice Starling e Will Graham nos 4 filmes do serial killer.

Capitão Jack Sparrow da franquia Piratas do Caribe.

Shaft dos 2 filmes do agente afro-americano.

Tenente Ellen Ripley na saga Alien.

A Noiva da saga Kill Bill.

Harry Callahan da franquia Dirty Harry.

Jeffrey Lebowski em O Grande Lebowski.

Fox Mulder e Dana Scully na série e filmes Arquivo X.

Vito Corleone e Michael Corleone na saga da família italiana mafiosa O Poderosa Chefão.

John McClane da franquia Duro de Matar.

Ferris Bueller em Curtindo a Vida Adoidado.

Aragorn, Legolas, Gandalf e Gimlin na trilogia Senhor do Anéis.

John e Sarah Connor nos filme da saga Exterminador do Futuro.

Neo, Morpheus e Trinity da trilogia Matrix.

Doug Quaid em Vingador do Futuro.

Harry Potter, Hermione, Ron, Snape e Voldermort da saga Harry Potter.

Travis Bickle em Taxi Driver.

Julles Winnfield e Vincent Vega em Pulp Fiction.

Ash em A Morte do Demônio e Uma Noite Alucinante.

Gordon Gekko nos dois filmes Wall Street.

Catherine Tramell, Nick Curran e Beth Garner em Instinto Selvagem.

Drácula e Abraham Van Helsing em Drácula de Bram Stoker.

Forrest Gump em Forrest Gump – O Contador de História.

John Miller, Mike Hovarth, Richard Reiben, Daniel Jackson, Stanley Mellish, Adrian Carpazo, Irwin Wade e Timothy Upham em O Resgate do Soldado Ryan.

Maverick em Top Gun.

Inspetor Tequila em Fervura Máxima.

Martin Riggs em Roger Murtaugh na franquia Máquina Mortífera.

Tony Montana em Scarface.

Andy Dufresne e Ellis “Red” Redding em Um Sonho de Liberdade.

Ron Burgundy em O Âncora.

Jigsaw na franquia Jogos Mortais.

Jason Bourne na saga do agente sem identidade Bourne.

Rocky Balboa na saga do garanhão italiano Rocky Italiano.

Rambo da franquia do matador que não gosta de matar Rambo.

Maximus Decimus Meridius em Gladiador.

Spartacus dos filmes e séries Spartacus.

Gerald O’Hara, Ellen O’Hara e Scarlett O’Hara em …E o Vento Levou.

Rick Blaine, Victor Laszlo e Ilsa Lund em Casablanca.

Richard B. Riddick na trilogia do assassino que não gosta da claridade Riddick.

Martin McFly e Dr. Emmett Brown na trilogia De Volta para o Futuro.

Freddy Krueger na franquia  Hora do Pesadelo.

Jason Vorhees na franquia Sexta-Feira 13.

Ghostface na franquia Pânico.

Katniss Everdeen, Haymitch e Cinna da franquia Jogos Vorazes.

Peter Venkman, Raymond Stantz, Egon Splenger e Winston Zeddmore na franquia Os Caça-Fantasmas.

Charley Brewster, Peter Vincent e Jerry Dandridge nos filmes A Hora do Espanto.

R.P. McMurphy em Um Estranho no Ninho.

Jack Torrance em O Iluminado.

Martin Brody, Sam Quint e Matt Hooper em Tubarão.

Keyser Soze, o assassino que não existe, no filme Os Suspeitos.

Buzz Lightyear e Woody da comovente trilogia Toy Story.

Zatoichi dos filmes e séries Zatoichi.

Claire Montgomery, Ronna Martin, Adam, Zack, Todd Gaines e Burke em Vamos Nessa.

Alex J. Murphy/Robocop da saga do policial do futuro Robocop.

Frank Martin da franquia Carga Explosiva.

Axel Foley da franquia Um Tira da Pesada.

Harry Tasker e Albert Gibson em True Lies.

Jack Dawson e Rose Bukater de Titanic.

Jim Levenstein, Oz Ostreicher, Kevin Myers, Paul Finch, Pai do Jim, Mãe do Stifler e Steve Stifle na franquia Amerian Pie.

Harold e Kumar e Neil Patrick Harris em Madrugada Muito Louca.

Padre Merrin em O Exorcista.

Columbus, Tallahassee, Little Rock e Wichita em Zumbilândia.

Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander em Os Homens que não Amavam as Mulheres.

Jay e Kay na trilogia MIB – Homens de Preto.

Hawkeye em O Último dos Moicanos.

Abigail Williams e John Proctor em As Bruxas de Salém.

Max Rockatansky na franquia Mad Max.

Kick Ass, Big Daddy, Hit Girl em Kick Ass.

Hancock em Hancock.

Daniek San e Seu Miyagi na franquia Karatê Kid.

Kevin Lomax, John Milton e Mary Ann Lomax em Advogado do Diabo.

Personagens de Snatch; Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Rock’n Rolla.

Raoul Duke e Gonzo em Medo e Delírio em Las Vegas.

Ben Braddock, Mrs. Robinson e Elaine Robinson em A Primeira Noite de Um Homem.

Beetle Juice; Adam e Barbara Maitlnd; Charles, Delia e Lydia Deetz em Os Fantasmas se Divertem.

Seth e Richard Gecko em Um Drink no Inferno.

Connor e Murphy MacManus e Il Duce na franquia Santos Justiceiros.

Rick Deckard e Roy Batty em Blade Runner .

Hal 9000 em 2001 – Uma Odisséia no Espaço.

Hobo no filme Hobo with a Shotgun.

Sidney Prescott, Dewey Riley e Gale Weathers Riley na franquia Pânico.

Kirk Lazarus e Les Grossman em Trovão Tropical.

Tony Stark dos filmes da Marvel.

Russel Hammond, Elaine Mille, William Miller e Penny Lane; com menção honrosa à Lester Bangs no filme Quase Famosos.

T.E. Lawrence em Lawrence da Arábia.

Yuri e Lara em Doutor Jivago.

Tom Hansen e Summer Flinn em 500 Dias com Ela.

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Filme ousado e corajoso.

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Está aqui um filme que realmente é ousado para os padrões hollydianos da vida. Emocionante, empolgante, claustrofóbico, angustiante e triste são adjetivos que se encaixam no perfil desse filme, estrelado quase que unicamente por Ryan Reynolds, se não fosse uma moça que aparecesse no vídeo do celular.

Ryan Reynolds é Paul Conroy, um caminhoneiro de suprimentos na guerra do Iraque que é seqüestrado e preso à sete palmos do chão em um caixão. Depois, é sua tentativa de se libertar de lá de qualquer jeito, seja ligando para o Departamento de Defesa, seja fazendo vídeos para o terrorista e assim por diante; melhor não estragar o filme.
Esse é o primeiro filme de Rodrigo Cortés, que consegue transmitr para o público uma atuação desesperada de Ryan Reynolds. Dentro do caixão Paul tem, um celular, um isqueiro, uma lanterna, uma faca e duas luzes verdes (aquelas que quebram e iluminam).
Esse é tipo de filme de baixo orçamento que tenta buscar algo de inovador, assim como foi Por um Triz e Mar Aberto; a tortura psicológica.
Uma curiosidade é que a iluminação foi toda feita pelos próprios equipamentos que Conroy têm dentro do caixão. E sim, quando ele acende o isqueiro, ele sabe que está queimando oxigênio, mas ele precisa enxergar de alguma forma.
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Filme com sustos garantidos.

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Esse filme com certeza, da franquia, é o melhor. Sai de cena a rigidez nas filmagens e coloca-se em prática camêras em movimentos, uma surpresa pra lá de agradável para quem gostar de ficar o tempo todo tenso e com medo de levar um susto. A camêra que o cinegrafista de casamento improvisa na base de um ventilador, rende umas boas assustadas. A camêra por si só já é um triunfo ao filme. O espectador nunca sabe o que esperar.

A edição do filme, ajuda e muito, em algumas cenas para que o susto seja realmente… assustador, eles aceleram um pouco mais a filmagem ou cortam ela mas, de maneira bem sutil.

A história, escrita pelo roteirista do segundo filme, resgata a infância das meninas Kristi e Katie. E seu relacionamento com a mãe e padrasto. A irmã mais nova começa a conversar com o amigo imaginário “Toby”, que não demora para demnostrar quais são as suas verdadeiras intensões. Outro fator muito bem adicionado foi o amigo do padrasto das meninas, que server de alívio cômico. A cena do ”Bloood Mary”, no banheiro, com ele é de arrepiar qualquer um.

O final deixa dúvidas. Mas quem sabe pode ser para serem respondidas no quarto filme? Os sustos estão garantidos. Pode-se dizer que com esse filme ouve uma evolução no genêro de terror. Se bem que existe o terror das imagens fortes e o terror dos sustos. Esse com certeza está garantido nos sustos.

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Fim do mundo em um olhar cínico.

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As pessoas estão acostumadas com filmes de apocalipse em que a maioria dos cidadãos do mundo acabam se tornando uma espécie de mortos – vivos; e geralmente não se sabe como tudo começou. Em Contágio a história é outra. O surto, a pandemia chega e deixa todos malucos para encontrar uma cura e saber a verdade.

Nesse filme, a idéia de Steven Soderbergh é acompanhar como o surto se estabelece, cresce, infecta e como as diversas pessoas, seja cidadão comum ou as pessoas de um escalão mais alto, reagem à esse surto. Igual à uma pirâmide de hierarquias.
Na história uma misteriosa pandemia surge, ninguém sabe como nem porque, mas é nisso que as forças de segurança pública e o pessoal CDC tentam descobrir no decorrer do filme. Depois de quatro semanas o vírus já se alastrou para os demais continentes. O filme foca em três esferas, o cidadão comum (Matt Damon, John Hawkes), as instituições públicas, médicos e epidemologistas (Laurence Fishburne, Kate Winslet e Marion Cotillard), juntamente com os médicos pode-se colocar o exército interpretado por Bryan Cranston e no meio dessas duas esferas temos a busca pela verdade na forma de um repórter investigativo de blog (Jude Law).
Todos os personagens são bem desenvolvidos e tem algo a acrescentar á trama. Nada é muito exagerado, nem feito em excesso. Há sempre os discursos moralistas contra capitalismo, adultério e coisas assim. Mostrando que ações como essa não compensam.
O roteiro ajuda, mas a direção de Soderbergh é infame. O diretor filma em quadros “duros”, com a camêra à meia distância dos atores ajudando a encarar a história do filme de uma maneira nada elegante. Os close-ups, nem precisa falar. Há os planos-detalhes em lugares em que as pessoas geralmente colocam as mãos, contrbuindo para dar o tom alarmista da coisa e os close-ups nos atores em situações atônitas, que permite ver o choque, reações e pavor deles nas cenas.
É isso que Soderbergh mostra: o que seria o início de um apocalipse. A pandemia se espalha em escala geométrica, assim como o humanismo.
 E por favor, a pandemia começa no 2º dia, não tem nada de errado na edição do filme, não é um erro. No 1º dia ninguém sabe como que a pandemia se originou, só se sabe que ela estã acontecendo. Quem for assistir ao filme saberá do que estou falando.
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Rocky Balboa do século 21?

As pessoas que assistiram ao filme Gigantes de Aço, estão começando a chamá-lo de Rocky do século 21, mas será que essa colocação está correta? Bem, não deixa de estar. Stallone pode ter feito sua homenagem a Rocky Balboa em seu sexto film em 2006, mas o Rocky desse novo século não é de carne e osso e sim de aço.

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No filme Hugh Jackman interpreta Charlie Kenton, que no passado era o boxeador número dois do mundo. Mas em 2020 o boxe humano perdeu força para o MMA que perdeu o trono para o boxe de robôs. Kenton agora não passa de um mal apostador que sempre faz as escolhas erradas com as pessoas erradas. Uma ex-namorada sua morreu e ele tem de que passar a custódia para a cunhada, mas não antes de viver com o filho uma temporada.

A chegada do menino era para fazer o com que Charlie largasse o boxe robótico e se acertasse na vida, mas não é isso o que acontece. O garoto é um entusiasta nessas lutas e incentiva ainda mais o pai a lutar, inclusive é o garoto mesmo que começa a comandar o robô, que encontrou no ferro – velho, em algumas lutas. Charlie sabe que sempre pode contar com sua amiga de longa data, Bailey Tallet (no papel de Evangeline Lilly), que era filha do treinador de Kenton. Ponto para a cena em que Dakota Goyo, o Max Kenton filho de Charlie, chama para a briga o robô número do campeonato Zeus, projetado por Tak Mashido (Karl Yune) e financiado por Farra Lemcova (Olga Fonda).

O roteiro do filme ajuda bastante nas atuações de Jackman e Goyo, pois dá para ver que Max realmente é filho de Charlie, e os fazem muito bem seus papéis de pai canalha/carinhoso e filho destemido, que sempre está grilano com as decisões do pai.

O ponto alto das lutas de robôs é a chamada “latificina”. Quando os robôs são desmenbrados, eles soltam óleo e isso torna a luta mais empolgante ao mesmo tempo sem torná-la violenta. Uma curisosidade é que as lutas são fluídas porque elas foram feitas a partir da captura de movimentos de ninguém menos que Sugar Ray Leonard.

As pessoas estão falando para Michael Bay, mesmo que indiretamente, que é assim que se faz um filme de robô. Mas aqui entre nós são filmes totalmentes diferentes; um voltado para a ação desenfreada e o outro um drama com comédia e ação. Por que as pessoas implicam tanto com Michael Bay? Bad Boys 2 foi dirigido por ele, vai dizer agora que não é um bom filme de ação?

Shawn Levy, o diretor do filme, depois de Gigantes de Aço se mostrou que pode ir além do que comédias famílias estreladas por Ben Stiller. Essa película dos Gigantes está rendendo à Levy bons frutos e convites à direção.

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Versão steampunk de um dos clássicos da literatura.

Fazia um tempo que não escrevia alguma resenha aqui. Agora tá na hora de voltar aos velhos hábitos. E o filme dessa vez é nova versão de Os Três Mosqueteiros de Paul W.S. Anderson.

Uma coisa é certa e a maioria dos críticos concorda que Paul W.S. Anderson é um cara empolgado, carismático, super envolvido com os projetos que faz e que sabe filmar um filme em 3D. Mas falta algo nos filmes dele. Talvez seja, melhor desenvolvimento dos personagens. Ou talvez seja algo de inovador, diferente em seus filmes. O que ele sabe fazer de melhor é explodir coisas, assim como Michael Bay e verdade seja dita, muitos podem criticar Mr. Bay, mas ninguém consegue fazer um filme de ação desenfreado com utilização de CGI como ele. Para não dizer que Paul Anderson não é inovador, ele coloca o filme dos mosqueteiros em uma ambientação steampunk (filmes de uma época anterior com equipamentos tecnólogicos para aquela época, entendeu?).

A história da obra de Dumas, todos conhecemos: D’Artagnan é um jovem espadachim que vai à Paris se tornar um mosqueteiro, chegando lá cria problema com três homens e marca com eles duelos no mesmo dia, no mesmo local. Na hora dos duelos, o rapaz descobre que os três são mosqueteiros e que a guarda do rei Louis XIII foi despensada, para dar lugar à guarda de Richilieu. Buckingham e a esposa de Louis, rainha Anne tem um caso, e Richilieu faz de tudo para que esse caso venha à tona para que a Inglaterra e a França possam entrar em guerra, até contrata a espiã/assassina Milady de Winter, que possui um passado com Athos (um dos mosqueteiros). E daí a história se faz a partir disso, os três mosqueteiros juntamente com D’Artagnan fazem de tudo para que o caso do duque e da rainha não seja exposto. O filme tem essa mesma pegada, mas com alterações bem diferentes, e o final do filme ainda deixa uma ponta para uma continuação, coisas do diretor, vulgo os cinco Resident Evil que um vai puxando ao outro.

Christopher Waltz vive, novamente, um vilão caricato assim como em Bastardos Inglórios e Besouro Verde. E em um futuro não muito longe viverá outro vilão no filme Django Unchained. Como os mosqueteiros temos Luke Evans como o padre Aramis; Matthew Macfadyen, o amargo Athos; Ray Stevenson como o forte pirata Porthos e Logan Lerman como D’Artagnan. Na área dos vilões além de Waltz temos Milla Jovovich como Milady de Winter, Orlando Bloom como Duque de Buckingham e Mads Mikkelsen como Rochefort. Na realeza temos Juno Temple como a Rainha Anne, Freddie Fox como o Rei Louis XIII e Gabriella Wilde como Constance. Bem pelo menos esse filme tem algo que os outros do Três Mosqueteiros não tem, a presença do criado deles, Planchet, interpretado por James Corden.

O filme não é ruim, é bom, assistível; inovar nunca, nem foi, nem será demais, mas a melhor versão da história dos Três Mosqueteiros é o filme de 1993 com Charlie Sheen, Kiefer Sutherland, Oliver Platt e Chris O’Donnell.

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Filmes clássicos de samurai e ninja.

Finalmente nossa última lista de filmes. Dessa vez um gênero mais artístico ou mais cheio de ação, dependendo do filme em questão. Vamos listar os filmes de samurai e ninjas e de pancadaria de arte marcial?

Os Sete Samurais com Toshiro Mifune, Takashi Shimura e Keiko Tsushima, dirigido por Akira Kurosawa 1954.

Kagemusha com Tatsuya Nakadai, Tsutomu Yamazaki e Ken’ichi Hagiwara, dirigido por Akira Kurosawa e produção de George Lucas e Francis Ford Coppolla 1980.

Ran com Tatsuya Nakadai, Akira Terao e Jinpachi Nezu, dirigido por Akira Kurosawa 1985.

Afro Samurai Ressurection com Samuel L. Jackson, Lucy Liu e Mark Hammill, dirigido por Fuminori Kizaki 2009.

Kill Bill 1 e 2 com Uma Thurman, David Carradine, Lucy Liu, Daryl Hannah, Vivica A. Fox, Michael Madsen e Chiaki Kuriyama, dirigido por Quentin Tarantino 2003 e 2004.

The Warrior’s Way com Dong gun-Jang, Kate Bosworth, Geoffrey Rush e Danny Huston, dirigido por Sngmoo Lee 2010.

Yojimbo com Toshiro Mifune e Tatsuya Nakadai, dirigido por Akira Kurosawa 1961.

Sanjuro com Toshiro Mifune e Tatsuya Nakadai, dirigido por Akira Kurosawa 1962.

Shinobi com Yukir Nakama e Jô Odagiri, dirigido por Ten Shimoyama 2005.

As Tartarugas Ninjas 2 – O Segredo de Ooze com Paig Turco, dirigido por Michael Pressman 1991.

O Tigre e o Dragão com Chow Yun Fat, Michelle Yeoh e Ziyi Zhang, dirigido por Ang Lee 2000.

O Clã das Adagas Voadoras com Ziyi Zhang, Takeshi Kaneshiro e Andy Lau, dirigido por Yimou Zhang 2004.

Herói com Jet Li, Tony Leung, Maggie Chung e Ziyi Zhang, dirigido por Yimou Zhang 2002.

O Mestre das Armas com Jet Li, Shidô Nakamura e Betty Sun, dirigido por Ronny Yu 2006.

A Lenda do Mestre Invencível com Jackie Chan, Lung Ti e Anita Mui, dirigido por Chia- Ling Liu 1994.

A Maldição da Flor Dourada com Chow Yun Fat e Gong Li, dirigido por Yimou Zhang 2006.

Ninja Assassino com Rain, Rick Yune, Naomi Harris e Shô Kosugi, dirigido por James McTeigue 2009.

Ninja – A Máquina Assassina com Franco Nero e Shô Kosugi, dirigido por Menahem Golan 1981.

Ninja – Programado para Matar com Shô Kosugi e Brent Huff, dirigido por Emmett Alston 1985.

The Grandmasters com Tony Leung, Ziyi Zhang e Chen Chang, dirigido por Kar Wai Wong 2012.

Oldboy com Min-sik Choi, Ji-tae Yu e Hye-jeong Kang, dirigido por Chan-wook Park 2003.

13 Assassins com Kôji Yakusho, Takayuki Yamada e Yûsuke Iseya, dirigido por Takashi Miike 2010.

47 Ronin com Keanu Reeves e Hiroyuki Sanada, dirigido por Carl Rinsch 2012.

O Último Samurai com Tom Cruise e Ken Watanabe, dirigido por Edward Zwick 2003.

O Beijo do Dragão com Jet Li e Bridget Fonda, dirigido por Chris Nahon 2001.

Operação Dragão com Bruce Lee, dirigido por Robert Clouse 1973.

O Vôo do Dragão com Bruce Lee e Chuck Norris, dirigido por Bruce Lee 1972.

O Protetor com Tony Jaa, dirigido por Prachya Pinkaew 2005.

Ong Bak 1 e 2 com Tony Jaa, dirigido por Prachya Pinkaew e Tony Jaa 2003 e 2008.

Musashi 1, 2 e 3 com Toshiro Mifune, dirigido por Hiroshi Inagaki 1954, 1955 e 1956.

Zatoichi com Takeshi Kitano, dirigido por Takeshi Kitano 2003.

O Ninja Assassino com Tomisaburo Wakayama, dirigido por Robert Houston 1980.

Nossa, essa lista foi bem intensa. Bem acaba aqui nossas listas de filmes. Mas conforme eu encontrar ou lembrar de mais filmes bons eu vou atualizando o blog.

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